CapÃtulo 163 - No Plano Do Bem 🌹
“...Trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha que repartir com o que tiver necessidade”.
– Paulo (Efésios, 4:28)
Acreditas na fraternidade e esperas que ela reine sobre as criaturas sem a imposição de conflitos quaisquer.
Aspiras, como é natural, a viver num mundo sem rixa de classes.
Almejas a luz da nova era em que o homem seja espontaneamente o irmão do homem, liquidando, sem exigência, as dificuldades um do outro.
Dói-te ao coração ver o supérfluo e a penúria, lado a lado, estimulando a loucura do excesso e o martÃrio da fome.
Queres que a abastança suprima a carência.
Reclamas a melhoria do nÃvel de vida, principalmente para os que choram em privação.
Para que o bem apareça, contudo, não aguardemos que semelhantes luzes venham
inicialmente dos outros. Comecemos de nós, sem demandar com alguém ou contra alguém.
O apóstolo Paulo, nesse sentido, nos ofereceu, há quase dois milênios, indicação das mais valiosas.
Cada um, diz ele, “trabalhe, fazendo com as mãos o que seja bom, para que tenha que repartir com o que tiver necessidade”.
Sejamos honestos e reconheçamos com a verdade que se nos consagrarmos ao serviço, produzindo, de nós mesmos, o que seja proveitoso para o bem geral, cada um de nós terá o que dividir a benefÃcio dos outros, sem a mÃnima idéia de queixa e sem qualquer motivo à rebelião.
domingo, 24 de setembro de 2017
CapÃtulo 164 - Asseio Verbal 🌹
“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação.”
– Paulo. (Efésios, 4:29)
Quanto mais se adianta a civilização, mais se amplia o culto à higiene.
Reservatórios, são tratados, salvaguardando-se o asseio das águas.
Mercados sofrem fiscalização rigorosa, com vistas à pureza das substâncias alimentÃcias.
Laboratórios são continuamente revistos, a fim de que não surjam medicamentos deteriorados.
Instalações sanitárias recebem, diariamente, cuidadosa assepsia.
Será que não devemos exercer cautela e diligência para evitar a palavra torpe, capaz de situar-nos em perturbação e ruÃna moral?
Nossa conversação, sem que percebamos, age por nós em todos aqueles que nos escutam.
Nossas frases são agentes de propaganda dos sentimentos que nos caracterizam o modo
de ser; se respeitáveis, trazem-nos a atenção de criaturas respeitáveis; se menos dignas,
carreiam em nossa direção o interesse dos que se fazem menos dignos; se indisciplinadas, nos sintonizam com representantes da disciplina; se azedas, afinam-nos, de imediato, com os campeões do azedume, Controlemos o verbo, para que não venhamos a libertar essa ou aquela palavra torpe.
Por muito esmerada nos seja a educação, a expressão repulsiva articulada por nossa lÃngua é sempre uma brecha perigosa e infeliz, pela qual perigo e infelicidade nos ameaçam com desequilÃbrio e perversão.
“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação.”
– Paulo. (Efésios, 4:29)
Quanto mais se adianta a civilização, mais se amplia o culto à higiene.
Reservatórios, são tratados, salvaguardando-se o asseio das águas.
Mercados sofrem fiscalização rigorosa, com vistas à pureza das substâncias alimentÃcias.
Laboratórios são continuamente revistos, a fim de que não surjam medicamentos deteriorados.
Instalações sanitárias recebem, diariamente, cuidadosa assepsia.
Será que não devemos exercer cautela e diligência para evitar a palavra torpe, capaz de situar-nos em perturbação e ruÃna moral?
Nossa conversação, sem que percebamos, age por nós em todos aqueles que nos escutam.
Nossas frases são agentes de propaganda dos sentimentos que nos caracterizam o modo
de ser; se respeitáveis, trazem-nos a atenção de criaturas respeitáveis; se menos dignas,
carreiam em nossa direção o interesse dos que se fazem menos dignos; se indisciplinadas, nos sintonizam com representantes da disciplina; se azedas, afinam-nos, de imediato, com os campeões do azedume, Controlemos o verbo, para que não venhamos a libertar essa ou aquela palavra torpe.
Por muito esmerada nos seja a educação, a expressão repulsiva articulada por nossa lÃngua é sempre uma brecha perigosa e infeliz, pela qual perigo e infelicidade nos ameaçam com desequilÃbrio e perversão.
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
CapÃtulo 165 - Nos DomÃnios Da Ação 🌹
“Mas nada quis fazer sem o teu parecer, para que o teu benefÃcio
não fosse por obrigação, e sim de livre vontade”. – Paulo. (Filémon, 1:14)
Orgulha-se o homem de teres e haveres e costuma declarar, às vezes com excelentes razões, que os ajuntou à custa de esforço enorme... Entretanto, o Senhor é quem lhe emprestou os meios para adquiri-los, esperando que ele os administre sensatamente.
Envaidece-se da cultura intelectual e, freqüentemente, assevera, em algumas
circunstâncias com seguras justificativas, que deve os tesouros do pensamento aos sacrifÃcios que despendeu para estudar... Todavia, o Senhor é quem lhe confiou os valores da inteligência para que ele os abrilhante na construção da felicidade comum a todos.
Ensoberbece-se do poder de que dispõe, afirmando, em determinados casos não sem
motivo, que efetuou semelhante aquisição a preço de trabalho e sofrimento... No entanto, é o Senhor quem lhe propiciou os recursos para a conquista da autoridade, na expectativa de que ele a exerça dignamente.
Ufana-se com respeito à saúde que usufrui e proclama, em certas ocasiões com base
respeitável que mantém a euforia orgânica a expensas de rigorosa disciplina pessoal...
Contudo, o Senhor é quem lhe faculta os elementos essenciais de sustentação do próprio
equilÃbrio, a fim de que ele empregue o corpo no levantamento do bem geral.
Rejubila-te, pois, com as possibilidades de auxiliar, instruir, determinar e agir, mas,
consoante o ensinamento do Apóstolo, não olvides que a bondade do Senhor vige nos alicerces de tudo o que tens e reténs, a fim de que te consagres ao serviço dos semelhantes, na edificação do Mundo Melhor, não como quem assim procede, através de constrangimento, mas de livre vontade.
“Mas nada quis fazer sem o teu parecer, para que o teu benefÃcio
não fosse por obrigação, e sim de livre vontade”. – Paulo. (Filémon, 1:14)
Orgulha-se o homem de teres e haveres e costuma declarar, às vezes com excelentes razões, que os ajuntou à custa de esforço enorme... Entretanto, o Senhor é quem lhe emprestou os meios para adquiri-los, esperando que ele os administre sensatamente.
Envaidece-se da cultura intelectual e, freqüentemente, assevera, em algumas
circunstâncias com seguras justificativas, que deve os tesouros do pensamento aos sacrifÃcios que despendeu para estudar... Todavia, o Senhor é quem lhe confiou os valores da inteligência para que ele os abrilhante na construção da felicidade comum a todos.
Ensoberbece-se do poder de que dispõe, afirmando, em determinados casos não sem
motivo, que efetuou semelhante aquisição a preço de trabalho e sofrimento... No entanto, é o Senhor quem lhe propiciou os recursos para a conquista da autoridade, na expectativa de que ele a exerça dignamente.
Ufana-se com respeito à saúde que usufrui e proclama, em certas ocasiões com base
respeitável que mantém a euforia orgânica a expensas de rigorosa disciplina pessoal...
Contudo, o Senhor é quem lhe faculta os elementos essenciais de sustentação do próprio
equilÃbrio, a fim de que ele empregue o corpo no levantamento do bem geral.
Rejubila-te, pois, com as possibilidades de auxiliar, instruir, determinar e agir, mas,
consoante o ensinamento do Apóstolo, não olvides que a bondade do Senhor vige nos alicerces de tudo o que tens e reténs, a fim de que te consagres ao serviço dos semelhantes, na edificação do Mundo Melhor, não como quem assim procede, através de constrangimento, mas de livre vontade.
CapÃtulo 166 - No Ato De Orar 🌹
“Qual dentre vós é o homem que se o filho lhe pede um pão lhe dará uma pedra?” – Jesus.(Mateus, 7:9)
Um pai terrestre, conquanto as deficiências compreensÃveis da condição humana, jamais oferece pedra ao filho que pede pão.
Certamente que, em lhe examinando essa ou aquela solicitação, considerará os imperativos de tempo, circunstância, necessidade ou lugar.
Se o filho é ainda criança, não lhe entrega dinamite para brincar, porque o menino formule a rogativa ensopando-se de lágrimas;
se o filho jaz perturbado, não lhe confere a direção da famÃlia, pelo fato de recolher-lhe petitórios comoventes;
se o filho, por várias vezes, deixou a casa em ruÃna, por desperdÃcio delituoso, não lhe restituirá, de pronto, o governo dos assuntos domésticos, só pelo motivo de se ver rodeado de súplicas;
e, se o filho permanece atrasado no progresso escolar, não lhe autoriza regalos prolongados, unicamente porque lhe ouça enternecedores requerimentos.
Em hipótese alguma, aniquilará as esperanças dos descendentes, mas,no interesse deles
próprios, lhe concederá isso ou aquilo, consultando-lhes a conveniência e a segurança,
até que se ergam ao nÃvel da madureza, responsabilidade, merecimento e habilitação,
suscetÃveis de lhes assegurar a liberdade de pedir o que desejem.
Isso acontece aos pais terrenos...
Desse modo, se experimentas desconfiança e inquietação, no ato de orar, simplesmente
porque choras e sofres, lembra-te da compaixão e do discernimento que já presidem o lar
humano e não descreias da perfeita e infinita misericórdia do Pai Celestial.
“Qual dentre vós é o homem que se o filho lhe pede um pão lhe dará uma pedra?” – Jesus.(Mateus, 7:9)
Um pai terrestre, conquanto as deficiências compreensÃveis da condição humana, jamais oferece pedra ao filho que pede pão.
Certamente que, em lhe examinando essa ou aquela solicitação, considerará os imperativos de tempo, circunstância, necessidade ou lugar.
Se o filho é ainda criança, não lhe entrega dinamite para brincar, porque o menino formule a rogativa ensopando-se de lágrimas;
se o filho jaz perturbado, não lhe confere a direção da famÃlia, pelo fato de recolher-lhe petitórios comoventes;
se o filho, por várias vezes, deixou a casa em ruÃna, por desperdÃcio delituoso, não lhe restituirá, de pronto, o governo dos assuntos domésticos, só pelo motivo de se ver rodeado de súplicas;
e, se o filho permanece atrasado no progresso escolar, não lhe autoriza regalos prolongados, unicamente porque lhe ouça enternecedores requerimentos.
Em hipótese alguma, aniquilará as esperanças dos descendentes, mas,no interesse deles
próprios, lhe concederá isso ou aquilo, consultando-lhes a conveniência e a segurança,
até que se ergam ao nÃvel da madureza, responsabilidade, merecimento e habilitação,
suscetÃveis de lhes assegurar a liberdade de pedir o que desejem.
Isso acontece aos pais terrenos...
Desse modo, se experimentas desconfiança e inquietação, no ato de orar, simplesmente
porque choras e sofres, lembra-te da compaixão e do discernimento que já presidem o lar
humano e não descreias da perfeita e infinita misericórdia do Pai Celestial.
CapÃtulo 167 - Legião 🌹
"E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? Respondeu ele: Legião é o meu nome, porque somos muitos." (Marcos, 5:9.)
Consciências oneradas em culpas e desacertos de numerosas reencarnações, ser-nos-á justo ponderar a resposta do espÃrito conturbado e infeliz à pergunta do Mestre.
"Legião é o meu nome, — disse ele, — porque somos muitos."
Iniludivelmente, ainda hoje, em nos aproximando do Senhor, reconhecemo-nos, não apenas afinados com vários grupos de companheiros tão devedores quanto nós, mas igualmente em lamentável dispersão Ãntima, qual se encerrássemos um feixe de personalidades contraditórias entre si.
Ao contato das lições de Jesus, é que, habitualmente, nos vemos versáteis e
contraproducentes, qual ainda somos...
Acreditamos na força da verdade, experimentando sérios obstáculos para largar a mentira; ensinamos beneficência, vinculados a profundo egoÃsmo;
destacamos os méritos do sacrifÃcio pela felicidade alheia, agarrados a vantagens pessoais;
manejamos brandura em se tratando de avisos para os outros e estadeamos cólera imprevista se alguém nos causa prejuÃzo ligeiro;
proclamamos a necessidade do espÃrito de serviço, reservando ao próximo tarefas desagradáveis;
pelejamos pela paz nos lares vizinhos, fugindo de garantir a tranqüilidade na própria casa;
queremos que o irmão ignore os golpes do mal que lhe estraçalham a existência e estamos prontos a reclamar contra a alfinetada que nos fira de leve;
salientamos o acatamento que se deve aos DesÃgnios Divinos e pompeamos exigências disparatadas, em se apresentando o menor de nossos caprichos.
Sim, de modo geral, somos individualmente, diante de Jesus, a legião dos erros que já
cometemos no pretérito e dos erros que cultivamos no presente, dos erros que assimilamos e dos erros que aprovamos para nos acomodarmos às situações que nos favoreçam.
"E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? Respondeu ele: Legião é o meu nome, porque somos muitos." (Marcos, 5:9.)
Consciências oneradas em culpas e desacertos de numerosas reencarnações, ser-nos-á justo ponderar a resposta do espÃrito conturbado e infeliz à pergunta do Mestre.
"Legião é o meu nome, — disse ele, — porque somos muitos."
Iniludivelmente, ainda hoje, em nos aproximando do Senhor, reconhecemo-nos, não apenas afinados com vários grupos de companheiros tão devedores quanto nós, mas igualmente em lamentável dispersão Ãntima, qual se encerrássemos um feixe de personalidades contraditórias entre si.
Ao contato das lições de Jesus, é que, habitualmente, nos vemos versáteis e
contraproducentes, qual ainda somos...
Acreditamos na força da verdade, experimentando sérios obstáculos para largar a mentira; ensinamos beneficência, vinculados a profundo egoÃsmo;
destacamos os méritos do sacrifÃcio pela felicidade alheia, agarrados a vantagens pessoais;
manejamos brandura em se tratando de avisos para os outros e estadeamos cólera imprevista se alguém nos causa prejuÃzo ligeiro;
proclamamos a necessidade do espÃrito de serviço, reservando ao próximo tarefas desagradáveis;
pelejamos pela paz nos lares vizinhos, fugindo de garantir a tranqüilidade na própria casa;
queremos que o irmão ignore os golpes do mal que lhe estraçalham a existência e estamos prontos a reclamar contra a alfinetada que nos fira de leve;
salientamos o acatamento que se deve aos DesÃgnios Divinos e pompeamos exigências disparatadas, em se apresentando o menor de nossos caprichos.
Sim, de modo geral, somos individualmente, diante de Jesus, a legião dos erros que já
cometemos no pretérito e dos erros que cultivamos no presente, dos erros que assimilamos e dos erros que aprovamos para nos acomodarmos às situações que nos favoreçam.
CapÃtulo 168 - Teste 🌹
"Jesus, porém, não lho permitiu, mas ordenou-lhe: vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti." (Marcos, 5:19.)
A exortação de Cristo ao obsidiado, restituÃdo ao próprio equilÃbrio, dá que pensar.
Jesus, inicialmente, não lhe permite acompanhá-lo, no apostolado das Boas Novas, alardeando, de público, a alegria de que se vê possuÃdo. Ao invés de júbilos antecipados, recomenda-lhe o retorno ao ambiente caseiro, para revelar aos familiares os benefÃcios de que se fizera depositário, ante a Providência Divina.
Indiscutivelmente, com semelhante lição, impele-nos o Senhor a reconhecer que é no circulo mais Ãntimo, seja no lar ou na profissão, que nos cabe patentear a solidez das virtudes adquiridas. Isso porque anunciar princÃpios superiores, através da aplicação prática à renovação e ao aperfeiçoamento que nos impõem, diante daqueles que nos conhecem as deficiências e falhas, é a fórmula verdadeira de testar a nossa capacidade de veiculá-los, com êxito, em plano mais vasto e mais elevado.
A indicação não deixa dúvidas.
Se já nos aproximamos do Cristo, assimilando-lhes as mensagens de vida eterna, procuremos comunicá-las, pelo idioma do exemplo, primeiramente aos nossos, aos que nos compartilham as maneiras e os hábitos, as dificuldades e as alegrias.
Se aprovados na escola doméstica, onde somos mais rigorosamente policiados, quanto ao aproveitamento real dos ensinamentos nobilitantes que admitimos e apregoamos, decerto que nos acharemos francamente habilitados para o testemunho do Senhor, junto da Humanidade, nossa famÃlia maior.
"Jesus, porém, não lho permitiu, mas ordenou-lhe: vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti." (Marcos, 5:19.)
A exortação de Cristo ao obsidiado, restituÃdo ao próprio equilÃbrio, dá que pensar.
Jesus, inicialmente, não lhe permite acompanhá-lo, no apostolado das Boas Novas, alardeando, de público, a alegria de que se vê possuÃdo. Ao invés de júbilos antecipados, recomenda-lhe o retorno ao ambiente caseiro, para revelar aos familiares os benefÃcios de que se fizera depositário, ante a Providência Divina.
Indiscutivelmente, com semelhante lição, impele-nos o Senhor a reconhecer que é no circulo mais Ãntimo, seja no lar ou na profissão, que nos cabe patentear a solidez das virtudes adquiridas. Isso porque anunciar princÃpios superiores, através da aplicação prática à renovação e ao aperfeiçoamento que nos impõem, diante daqueles que nos conhecem as deficiências e falhas, é a fórmula verdadeira de testar a nossa capacidade de veiculá-los, com êxito, em plano mais vasto e mais elevado.
A indicação não deixa dúvidas.
Se já nos aproximamos do Cristo, assimilando-lhes as mensagens de vida eterna, procuremos comunicá-las, pelo idioma do exemplo, primeiramente aos nossos, aos que nos compartilham as maneiras e os hábitos, as dificuldades e as alegrias.
Se aprovados na escola doméstica, onde somos mais rigorosamente policiados, quanto ao aproveitamento real dos ensinamentos nobilitantes que admitimos e apregoamos, decerto que nos acharemos francamente habilitados para o testemunho do Senhor, junto da Humanidade, nossa famÃlia maior.
CapÃtulo 169 - Testemunho Doméstico 🌹
"Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a
todos, mas principalmente aos da famÃlia da fé - Paulo. (Gálatas, 6:10.)
Decerto que o apóstolo Paulo, em nos recomendando carinho especial para com a famÃlia da nossa fé, mantinha em vista a obrigação inarredável da assistência imediata aos que convivem conosco.
Se não formos úteis e compreensivos, afáveis e devotados, junto de alguns companheiros, como testemunhar a vivência das lições de Jesus, diante da Humanidade?
Admitimos, porém, à luz da Doutrina EspÃrita, que o aviso apostólico se reveste de significação mais profunda.
É que, entre os nossos domésticos, estão particularmente os laços de existências
passadas, muitos deles reclamando reajuste e limpeza.
Na equipe dos familiares do dia a dia formam, comumente, aqueles EspÃritos que, por força de nossos compromissos do pretérito, nos fiscalizam, criticam, advertem e experimentam.
Sempre fácil dar boa impressão a quem não prive intimamente conosco. Num gesto ou numa frase, arrancamos, de improviso, o aplauso ou a admiração de quantos nos encontram exclusivamente na paisagem escovada dos atos sociais.
Diante dos amigos que se despedem de nós, depois de uma solenidade ou de qualquer
encontro formal, nada difÃcil cairmos desastradamente sob a hipnose de lisonja com que
se pretende exagerar as nossas virtudes de superfÃcie.
Examinemos, contudo, as nossas conquistas morais, demonstrando-as perante aqueles
que nos conhecem os pontos fracos.
Não nos iludamos.
Façamos o bem a todos, mas provemos, a nós mesmos, se já somos bons, fazendo o bem, a cavaleiro de todos os embaraços, diante daqueles que diariamente nos acompanham a vida, policiando o nosso comportamento entre o bem e o mal.
"Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a
todos, mas principalmente aos da famÃlia da fé - Paulo. (Gálatas, 6:10.)
Decerto que o apóstolo Paulo, em nos recomendando carinho especial para com a famÃlia da nossa fé, mantinha em vista a obrigação inarredável da assistência imediata aos que convivem conosco.
Se não formos úteis e compreensivos, afáveis e devotados, junto de alguns companheiros, como testemunhar a vivência das lições de Jesus, diante da Humanidade?
Admitimos, porém, à luz da Doutrina EspÃrita, que o aviso apostólico se reveste de significação mais profunda.
É que, entre os nossos domésticos, estão particularmente os laços de existências
passadas, muitos deles reclamando reajuste e limpeza.
Na equipe dos familiares do dia a dia formam, comumente, aqueles EspÃritos que, por força de nossos compromissos do pretérito, nos fiscalizam, criticam, advertem e experimentam.
Sempre fácil dar boa impressão a quem não prive intimamente conosco. Num gesto ou numa frase, arrancamos, de improviso, o aplauso ou a admiração de quantos nos encontram exclusivamente na paisagem escovada dos atos sociais.
Diante dos amigos que se despedem de nós, depois de uma solenidade ou de qualquer
encontro formal, nada difÃcil cairmos desastradamente sob a hipnose de lisonja com que
se pretende exagerar as nossas virtudes de superfÃcie.
Examinemos, contudo, as nossas conquistas morais, demonstrando-as perante aqueles
que nos conhecem os pontos fracos.
Não nos iludamos.
Façamos o bem a todos, mas provemos, a nós mesmos, se já somos bons, fazendo o bem, a cavaleiro de todos os embaraços, diante daqueles que diariamente nos acompanham a vida, policiando o nosso comportamento entre o bem e o mal.
CapÃtulo 170 - Conta Pessoal 🌹
"Assim pois cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus." - Paulo. (Romanos, 14.12.)
Se te propões à renovação com o Cristo, é imperioso suportes, pacientemente, as opiniões contraditórias em torno da diretriz diferente a que te afeiçoes.
Se algum erro te assinala o passado, muitos te acreditarão de pés chumbados à sombra
que, há muito, lá desterraste do espÃrito;
se expressas algum voto de melhoria Ãntima, não
obstante as deficiências naturais que ainda te marquem o inÃcio no aprendizado evangélico, há quem te exija espetáculos de grandeza, de um instante para outro;
se te dispões a trabalhar no auxÃlio aos semelhantes, de modo mais intenso, há quem veja desperdÃcio em teus gestos de generosidade e beneficência;
se nada mais podes dar ao necessitado além da migalha de tuas escassas reservas materiais, aparece quem te acuse de sovinice;
se te corriges decididamente perante a verdade com o propósito de servi-la, há quem te interprete a espontaneidade por fanatismo;
se te recolhes à gentileza e à serenidade, na execução da tarefa que o serviço do Senhor te atribui, surge quem te aponte por exemplar de pieguice ou indolência...
Apesar de todos os palpites antagônicos, acerca de teu esforço e conduta, entra no imo da própria alma, observa se a sinceridade te preside as resoluções e os atos, no foro da consciência e, se te reconheces, diante, do Senhor, fazendo o melhor que podes, guarda o coração tranqüilo e prossegue, de esforço limpo e atitude reta, caminho adiante, na convicção de que "cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus".
"Assim pois cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus." - Paulo. (Romanos, 14.12.)
Se te propões à renovação com o Cristo, é imperioso suportes, pacientemente, as opiniões contraditórias em torno da diretriz diferente a que te afeiçoes.
Se algum erro te assinala o passado, muitos te acreditarão de pés chumbados à sombra
que, há muito, lá desterraste do espÃrito;
se expressas algum voto de melhoria Ãntima, não
obstante as deficiências naturais que ainda te marquem o inÃcio no aprendizado evangélico, há quem te exija espetáculos de grandeza, de um instante para outro;
se te dispões a trabalhar no auxÃlio aos semelhantes, de modo mais intenso, há quem veja desperdÃcio em teus gestos de generosidade e beneficência;
se nada mais podes dar ao necessitado além da migalha de tuas escassas reservas materiais, aparece quem te acuse de sovinice;
se te corriges decididamente perante a verdade com o propósito de servi-la, há quem te interprete a espontaneidade por fanatismo;
se te recolhes à gentileza e à serenidade, na execução da tarefa que o serviço do Senhor te atribui, surge quem te aponte por exemplar de pieguice ou indolência...
Apesar de todos os palpites antagônicos, acerca de teu esforço e conduta, entra no imo da própria alma, observa se a sinceridade te preside as resoluções e os atos, no foro da consciência e, se te reconheces, diante, do Senhor, fazendo o melhor que podes, guarda o coração tranqüilo e prossegue, de esforço limpo e atitude reta, caminho adiante, na convicção de que "cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus".
CapÃtulo 171 - Paciência Em Estudo 🌹
“É na vossa paciência que ganhareis as vossas almas.” – Jesus (Lucas, 2:19)
Todos necessitamos de paciência uns para com os outros, mas compete-nos igualmente a todos estudar a paciência em sua função educativa.
Paciência!
É serenidade; calma, porém, não é aprovação ao desequilÃbrio.
È compreensão; entendimento, no entanto, não é passaporte ao abuso.
È harmonização; ajuste, todavia, não é apoio à delinqüência.
È tolerância; brandura, entretanto, não é coonestação com o erro deliberado.
Paciência, sobretudo, é a capacidade de verificar a dificuldade ou o desacerto nas engrenagens do cotidiano, buscando a solução do problema ou a transposição do obstáculo, sem toques de alarde e sem farpas de irritação.
Em todos os aspectos da paciência, recordamos Jesus.
O Mestre foi, no mundo, o paradigma de semelhante virtude, mas não foi conformista.
Nunca se apassivou diante do mal, conquanto lhe suportasse as manifestações, diligenciando meios de tudo renovar para o bem; e, em lhe lembrando a sinceridade e a franqueza, não nos será lÃcito esquecer que o Cristo se revelou tão paciente que não hesitou em regressar, depois da morte, ao convÃvio das criaturas humanas que o haviam abandonado.
Ainda assim, é forçoso reconhecer que ele se materializou perante os discÃpulos que, em maioria, podiam ser iletrados e medrosos, mas suficientemente sinceros para continuar-lhe a obra libertadora, e não diante dos fariseus, altamente intelectualizados e profundos conhecedores das revelações Divinas, mas habitualmente atolados em conveniências e preconceitos e, por isso mesmo, capazes de omitir a verdade e estabelecer a perturbação.
“É na vossa paciência que ganhareis as vossas almas.” – Jesus (Lucas, 2:19)
Todos necessitamos de paciência uns para com os outros, mas compete-nos igualmente a todos estudar a paciência em sua função educativa.
Paciência!
É serenidade; calma, porém, não é aprovação ao desequilÃbrio.
È compreensão; entendimento, no entanto, não é passaporte ao abuso.
È harmonização; ajuste, todavia, não é apoio à delinqüência.
È tolerância; brandura, entretanto, não é coonestação com o erro deliberado.
Paciência, sobretudo, é a capacidade de verificar a dificuldade ou o desacerto nas engrenagens do cotidiano, buscando a solução do problema ou a transposição do obstáculo, sem toques de alarde e sem farpas de irritação.
Em todos os aspectos da paciência, recordamos Jesus.
O Mestre foi, no mundo, o paradigma de semelhante virtude, mas não foi conformista.
Nunca se apassivou diante do mal, conquanto lhe suportasse as manifestações, diligenciando meios de tudo renovar para o bem; e, em lhe lembrando a sinceridade e a franqueza, não nos será lÃcito esquecer que o Cristo se revelou tão paciente que não hesitou em regressar, depois da morte, ao convÃvio das criaturas humanas que o haviam abandonado.
Ainda assim, é forçoso reconhecer que ele se materializou perante os discÃpulos que, em maioria, podiam ser iletrados e medrosos, mas suficientemente sinceros para continuar-lhe a obra libertadora, e não diante dos fariseus, altamente intelectualizados e profundos conhecedores das revelações Divinas, mas habitualmente atolados em conveniências e preconceitos e, por isso mesmo, capazes de omitir a verdade e estabelecer a perturbação.
CapÃtulo 172 - Oração E Cooperação 🌹
“Quando quiserdes orar, entrai para o vosso quarto e, cerrada a porta,
orai a vosso Pai em secreto; e vosso Pai que vê o que se passa em
secreto vos recompensará”. – Jesus. (Mateus, 6:6)
Se a resposta que esperamos à oração parece tardia, habitualmente nos destemperamos
em amargura.
Proclamamos haver hipotecado todas as forças de espÃrito à confiança na Providência Divina e gritamos, ao mesmo tempo, que as tribulações ficaram maiores.
Dizemo-nos fiéis a Deus e afirmamo-nos esquecidos.
Convém observar, porém, que a provação não nos alcança de maneira exclusiva.
As nossas dificuldades são as dificuldades de nosso grupo.
Familiares e companheiros sofrem conosco o impacto das ocorrências desagradáveis,
tanto quanto a fricção do cotidiano pela sustentação da harmonia comum.
Se para nós, que nos asseveramos alicerçados em conhecimento superior, as mortificações do caminho assumem a feição de suplÃcios lentos, que não serão elas para aqueles de nossos entes queridos, ainda inseguros da própria formação espiritual.
Compreendamos que, se na extinção dos nosso problemas pequeninos, requisitamos o máximo de proteção ao Senhor, é natural que o Senhor nos peça o mÃnimo de concurso na supressão dos grandes infortúnios que abatem o próximo.
Em quantos lances embaraçosos, somos, de fato, a pessoa indicada à paciência e à tolerância, ao entendimento e ao serviço?
Com semelhante raciocÃnio, reconhecemos que a pior atitude, em qualquer adversidade, será sempre aquela da dúvida ou da inquietação que venhamos a demonstrar.
Em supondo que a solução do Auto demora a caminho, depois de havermos rogado o
favor da Infinita Bondade, recordemos que se a hora de crise é o tempo de luta, é também
a ocasião para os melhores testemunhos de fé; e que se exigimos o amparo do Senhor,
em nosso benefÃcio, é perfeitamente justo que o Senhor nos solicite algum amparo, em
favor dos que se afligem, junto de nós.
“Quando quiserdes orar, entrai para o vosso quarto e, cerrada a porta,
orai a vosso Pai em secreto; e vosso Pai que vê o que se passa em
secreto vos recompensará”. – Jesus. (Mateus, 6:6)
Se a resposta que esperamos à oração parece tardia, habitualmente nos destemperamos
em amargura.
Proclamamos haver hipotecado todas as forças de espÃrito à confiança na Providência Divina e gritamos, ao mesmo tempo, que as tribulações ficaram maiores.
Dizemo-nos fiéis a Deus e afirmamo-nos esquecidos.
Convém observar, porém, que a provação não nos alcança de maneira exclusiva.
As nossas dificuldades são as dificuldades de nosso grupo.
Familiares e companheiros sofrem conosco o impacto das ocorrências desagradáveis,
tanto quanto a fricção do cotidiano pela sustentação da harmonia comum.
Se para nós, que nos asseveramos alicerçados em conhecimento superior, as mortificações do caminho assumem a feição de suplÃcios lentos, que não serão elas para aqueles de nossos entes queridos, ainda inseguros da própria formação espiritual.
Compreendamos que, se na extinção dos nosso problemas pequeninos, requisitamos o máximo de proteção ao Senhor, é natural que o Senhor nos peça o mÃnimo de concurso na supressão dos grandes infortúnios que abatem o próximo.
Em quantos lances embaraçosos, somos, de fato, a pessoa indicada à paciência e à tolerância, ao entendimento e ao serviço?
Com semelhante raciocÃnio, reconhecemos que a pior atitude, em qualquer adversidade, será sempre aquela da dúvida ou da inquietação que venhamos a demonstrar.
Em supondo que a solução do Auto demora a caminho, depois de havermos rogado o
favor da Infinita Bondade, recordemos que se a hora de crise é o tempo de luta, é também
a ocasião para os melhores testemunhos de fé; e que se exigimos o amparo do Senhor,
em nosso benefÃcio, é perfeitamente justo que o Senhor nos solicite algum amparo, em
favor dos que se afligem, junto de nós.
CapÃtulo 173 - Rixas E Queixas🌹
“De uma só boca procede bênção e maldição.
Meus irmãos, não é conveniente que estas cousas sejam assim”. (Tiago, 3:10)
Julgamos comumente que os problemas de justiça apenas se manifestam, quando questões graves nos levam a tribunal.
Justiça, porém, é assunto palpitante de todos os dias e, a cada hora, precisamos dela para a garantia da paz, quanto necessitamos de ar para a sustentação da existência.
Nos mÃnimos atos, usamos justiça para assegurar a harmonia geral.
Conhecemos a significação do lugar que ocupamos numa fila simples e sabemos
respeitá-lo para a conservação da ordem.
Todos estamos acordes em obedecer, espontaneamente, aos preceitos do trânsito,
conformando-nos às paradas indispensáveis para segurança da via pública.
Não ignoramos a obrigação de acatar as advertências que regem o emprego da energia
elétrica em aparelho determinado, a fim de que não venhamos a comprometer a
integridade doméstica.
Em sã consciência, ninguém desdenhará os direitos do vizinho, se não deseja os seus
próprios direitos menosprezados.
Lembramo-nos de semelhantes imagens do cotidiano para recordar que em nossas
indisposições e ressentimentos, há que pensar igualmente na tranqüilidade dos outros, de
todos aqueles que nos partilham a experiência diária, a fim de que não venhamos a furtar-lhes
a esperança e a coragem, golpeando-lhes o ânimo e conturbando-lhes o serviço.
Evitemos rixas e queixas.
Para resguardar o equilÃbrio da vida coletiva e da vida caseira, atendemos a instruções e
sinais, regulamentos e avisos, baseados na experiência dos homens, e para imunizar-nos
a vida Ãntima contra distúrbios e prejuÃzos concedeu-nos a Divina Providência o controle
do pensamento e o governo da lÃngua.
“De uma só boca procede bênção e maldição.
Meus irmãos, não é conveniente que estas cousas sejam assim”. (Tiago, 3:10)
Julgamos comumente que os problemas de justiça apenas se manifestam, quando questões graves nos levam a tribunal.
Justiça, porém, é assunto palpitante de todos os dias e, a cada hora, precisamos dela para a garantia da paz, quanto necessitamos de ar para a sustentação da existência.
Nos mÃnimos atos, usamos justiça para assegurar a harmonia geral.
Conhecemos a significação do lugar que ocupamos numa fila simples e sabemos
respeitá-lo para a conservação da ordem.
Todos estamos acordes em obedecer, espontaneamente, aos preceitos do trânsito,
conformando-nos às paradas indispensáveis para segurança da via pública.
Não ignoramos a obrigação de acatar as advertências que regem o emprego da energia
elétrica em aparelho determinado, a fim de que não venhamos a comprometer a
integridade doméstica.
Em sã consciência, ninguém desdenhará os direitos do vizinho, se não deseja os seus
próprios direitos menosprezados.
Lembramo-nos de semelhantes imagens do cotidiano para recordar que em nossas
indisposições e ressentimentos, há que pensar igualmente na tranqüilidade dos outros, de
todos aqueles que nos partilham a experiência diária, a fim de que não venhamos a furtar-lhes
a esperança e a coragem, golpeando-lhes o ânimo e conturbando-lhes o serviço.
Evitemos rixas e queixas.
Para resguardar o equilÃbrio da vida coletiva e da vida caseira, atendemos a instruções e
sinais, regulamentos e avisos, baseados na experiência dos homens, e para imunizar-nos
a vida Ãntima contra distúrbios e prejuÃzos concedeu-nos a Divina Providência o controle
do pensamento e o governo da lÃngua.
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
CapÃtulo 174 - Amigos De Jesus 🌹
“Vós sois meus amigos se fizerdes o que eu vos mando” Jesus (João, 15:14.).
Em toda parte, Cristo possui:
legiões de admiradores, mas os tiranos da Humanidade também as adquiriram;
multidões de partidários, entanto, os verdugos de nações igualmente as tiveram;
grupos de incensadores, todavia os promotores das guerras de assalto e de extermÃnio também lhes conheceram a adulação;
filas de defensores intransigentes, contudo, os inimigos do progresso igualmente as enumeraram junto de si;
assembléias de analista, no entanto, os chefes transviados, que passaram nas eminências da História, ainda hoje contam com elas.
Jesus, até agora, é cercado entre os povos mais cultos da Terra de inúmeros crentes e fanáticos, seguidores e intérpretes, adoradores e adversários, mas os empreiteiros da desordem e da crueldade também os encontram.
Fácil reconhecer que os comandantes da perturbação e da delinqüência não conhecem
amigos, de vez que o tempo se incumbe de situá-los no ponto certo que lhes cabe na vida, extinguindo a hipnose de ilusão com que se jungem aos companheiros. Cristo, porém, dispõe de amigos reais, que se multiplicam em todas as regiões do planeta terrestre, à medida que os séculos se lhe sobrepõem à crucificação.
E esses amigos que existem, no seio de todas as filosofias e crenças, não se distinguem tão-só por legendas exteriores, mas, acima de tudo, porque se associam a Ele, em EspÃrito e Verdade,
entendendo-lhe as lições e praticando-lhe os ensinos.
“Vós sois meus amigos se fizerdes o que eu vos mando” Jesus (João, 15:14.).
Em toda parte, Cristo possui:
legiões de admiradores, mas os tiranos da Humanidade também as adquiriram;
multidões de partidários, entanto, os verdugos de nações igualmente as tiveram;
grupos de incensadores, todavia os promotores das guerras de assalto e de extermÃnio também lhes conheceram a adulação;
filas de defensores intransigentes, contudo, os inimigos do progresso igualmente as enumeraram junto de si;
assembléias de analista, no entanto, os chefes transviados, que passaram nas eminências da História, ainda hoje contam com elas.
Jesus, até agora, é cercado entre os povos mais cultos da Terra de inúmeros crentes e fanáticos, seguidores e intérpretes, adoradores e adversários, mas os empreiteiros da desordem e da crueldade também os encontram.
Fácil reconhecer que os comandantes da perturbação e da delinqüência não conhecem
amigos, de vez que o tempo se incumbe de situá-los no ponto certo que lhes cabe na vida, extinguindo a hipnose de ilusão com que se jungem aos companheiros. Cristo, porém, dispõe de amigos reais, que se multiplicam em todas as regiões do planeta terrestre, à medida que os séculos se lhe sobrepõem à crucificação.
E esses amigos que existem, no seio de todas as filosofias e crenças, não se distinguem tão-só por legendas exteriores, mas, acima de tudo, porque se associam a Ele, em EspÃrito e Verdade,
entendendo-lhe as lições e praticando-lhe os ensinos.
CapÃtulo 175 - No ConvÃvio De Cristo 🌹
“Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” – Jesus. (João, 14:15.)
Sem dúvida que são várias as atitudes pelas quais denotamos a nossa posição, diante do Cristo.
Ser-nos-á sempre fácil:
admitir-lhe a grandeza e tributar-lhe honrarias;
estudar-lhe as lições e transmitir-lhe os ensinos;
apaixonar-nos por seu apostolado e exaltar-lhe a personalidade nos valores artÃsticos;
aceitar-lhe as revelações e defendê-la com veemência;
receber-lhe as concessões e entoar-lhe louvores;
identificar-lhe o poder e respeitar-lhe a influência;
reconhecer-lhe a bondade e formar, no culto a ele, entre os melhores adoradores;
perceber-lhe a tolerância e abusar-lhe do próprio nome.'..
Tudo isso, realmente, ser-nos-á possÃvel, sem o menor constrangimento, no campo das
manifestações exteriores.
Entretanto, para usufruir a intimidade de Jesus e senti-la no coração, é imprescindÃvel amá-lo, compartilhando-lhe a obra e a vida.
Eis porque o Divino Mestre foi claro e insofismável, quando asseverou para os aprendizes que tão-somente os que o amem saberão trilhar-lhe o caminho e guardar-lhe os mandamentos.
“Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” – Jesus. (João, 14:15.)
Sem dúvida que são várias as atitudes pelas quais denotamos a nossa posição, diante do Cristo.
Ser-nos-á sempre fácil:
admitir-lhe a grandeza e tributar-lhe honrarias;
estudar-lhe as lições e transmitir-lhe os ensinos;
apaixonar-nos por seu apostolado e exaltar-lhe a personalidade nos valores artÃsticos;
aceitar-lhe as revelações e defendê-la com veemência;
receber-lhe as concessões e entoar-lhe louvores;
identificar-lhe o poder e respeitar-lhe a influência;
reconhecer-lhe a bondade e formar, no culto a ele, entre os melhores adoradores;
perceber-lhe a tolerância e abusar-lhe do próprio nome.'..
Tudo isso, realmente, ser-nos-á possÃvel, sem o menor constrangimento, no campo das
manifestações exteriores.
Entretanto, para usufruir a intimidade de Jesus e senti-la no coração, é imprescindÃvel amá-lo, compartilhando-lhe a obra e a vida.
Eis porque o Divino Mestre foi claro e insofismável, quando asseverou para os aprendizes que tão-somente os que o amem saberão trilhar-lhe o caminho e guardar-lhe os mandamentos.
CapÃtulo 176 - No Dia Da Incerteza 🌹
“Nós, porém, temos a mente de Cristo”. – Paulo (I CorÃntios, 2:16)
Para qualquer de nós, chega o minuto das grandes hesitações.
Trabalhamos, por tempo enorme, no encalço de determinada realização e eis que, de chofre, todo o nosso esforço parece perdido...
Buscávamos diretrizes no exemplo de alguém, que aceitávamos como possuindo bastante virtude para guiar-nos a vida e esse alguém falha desastradamente no instante preciso em que mais lhe requisitamos as luzes...
Contávamos com certos recursos para o atendimento a compromissos diversos e esses
recursos como que se evaporam, deixando-nos amarguradamente frustrados...
RetÃnhamos elementos valiosos que nos garantiam segurança e tranqüilidade e, por circunstâncias inelutáveis, nos vemos privados deles, largados à prova, sem alegria e sem direção...
Todos somos surpreendidos pelo dia nublado de incerteza em que nos reconhecemos perplexos.
Por dentro, ansiedade; por fora, consternação...
Não nos sintamos, porém, sozinhos.
Dispomos da mente de Cristo, o Divino Mestre da Alma.
Roguemos a Jesus caminho e sustento.
A hora da incerteza, é, sobretudo, a hora da prece.
Quando a sombra chega é o momento de fazer luz.
“Nós, porém, temos a mente de Cristo”. – Paulo (I CorÃntios, 2:16)
Para qualquer de nós, chega o minuto das grandes hesitações.
Trabalhamos, por tempo enorme, no encalço de determinada realização e eis que, de chofre, todo o nosso esforço parece perdido...
Buscávamos diretrizes no exemplo de alguém, que aceitávamos como possuindo bastante virtude para guiar-nos a vida e esse alguém falha desastradamente no instante preciso em que mais lhe requisitamos as luzes...
Contávamos com certos recursos para o atendimento a compromissos diversos e esses
recursos como que se evaporam, deixando-nos amarguradamente frustrados...
RetÃnhamos elementos valiosos que nos garantiam segurança e tranqüilidade e, por circunstâncias inelutáveis, nos vemos privados deles, largados à prova, sem alegria e sem direção...
Todos somos surpreendidos pelo dia nublado de incerteza em que nos reconhecemos perplexos.
Por dentro, ansiedade; por fora, consternação...
Não nos sintamos, porém, sozinhos.
Dispomos da mente de Cristo, o Divino Mestre da Alma.
Roguemos a Jesus caminho e sustento.
A hora da incerteza, é, sobretudo, a hora da prece.
Quando a sombra chega é o momento de fazer luz.
CapÃtulo 177 - Na Esfera Do Reajuste 🌹
“Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo” – Jesus (João, 3:7)
Empeços e provações serão talvez os marcos que te assinalem a estrada hoje.
Diligenciemos, porém, com a reencarnação a retificar os erros e a ressarcir os débitos de ontem, para que a luz da verdade e o apoio da harmonia nos felicitem o caminho, amanhã...
A questão intrincada que te apoquenta agora, quase sempre, é o problema que abandonaste sem solução entre os amigos que, em outro tempo, se rendiam, confiantes, ao teu arbÃtrio.
O parente complicado que julgas carregar, por espÃrito de heroÃsmo, via de regra, é a mesma criatura que, em outra época, arrojaste ao desespero e à perturbação.
Ideais nobilitantes pelos quais toleras agressões e zombarias, considerando-te incompreendido seareiro do progresso, em muitas ocasiões, são aqueles mesmos princÃpios que outrora espezinhaste, insultando a sinceridade dos companheiros que a eles se associavam.
Calúnias que arrostas, crendo-te guindado aos pÃncaros da virtude pela paciência que
evidencias, habitualmente nada mais são que o retorno das injúrias que assacaste, noutras eras, contra irmãos indefesos.
Falhas do passado procuram-te responsável, no corpo, na famÃlia, na sociedade ou na profissão, pedindo-te reajuste.
“Necessário vos é nascer de novo” – disse-nos Jesus.
Bendizendo, pois, a reencarnação, empenhemo-nos a trabalhar e aprender, de novo, com
atenção e sinceridade, para que venhamos a construir e acertar em definitivo.
“Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo” – Jesus (João, 3:7)
Empeços e provações serão talvez os marcos que te assinalem a estrada hoje.
Diligenciemos, porém, com a reencarnação a retificar os erros e a ressarcir os débitos de ontem, para que a luz da verdade e o apoio da harmonia nos felicitem o caminho, amanhã...
A questão intrincada que te apoquenta agora, quase sempre, é o problema que abandonaste sem solução entre os amigos que, em outro tempo, se rendiam, confiantes, ao teu arbÃtrio.
O parente complicado que julgas carregar, por espÃrito de heroÃsmo, via de regra, é a mesma criatura que, em outra época, arrojaste ao desespero e à perturbação.
Ideais nobilitantes pelos quais toleras agressões e zombarias, considerando-te incompreendido seareiro do progresso, em muitas ocasiões, são aqueles mesmos princÃpios que outrora espezinhaste, insultando a sinceridade dos companheiros que a eles se associavam.
Calúnias que arrostas, crendo-te guindado aos pÃncaros da virtude pela paciência que
evidencias, habitualmente nada mais são que o retorno das injúrias que assacaste, noutras eras, contra irmãos indefesos.
Falhas do passado procuram-te responsável, no corpo, na famÃlia, na sociedade ou na profissão, pedindo-te reajuste.
“Necessário vos é nascer de novo” – disse-nos Jesus.
Bendizendo, pois, a reencarnação, empenhemo-nos a trabalhar e aprender, de novo, com
atenção e sinceridade, para que venhamos a construir e acertar em definitivo.
CapÃtulo 178 - Adversários E Delinquentes 🌹
“Reconcilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás a caminho com ele...” – Jesus. (Mateus, 5:25)
Jesus nos solicitou a imediata reconciliação com os adversários, para que a nossa oração se dirija a Deus, escolmada de qualquer sentimento aviltante.
Não ignoramos que os adversários são nossos opositores ou, mais apropriadamente, aqueles que alimentam pontos de vista contrários aos nossos.
E muitos deles, indiscutivelmente, se encontram em condições muito superiores às nossas, em determinados ângulos de serviço e merecimento.
Não nos cabe, assim, o direito de espezinhá-los e sim o dever de respeitá-los e cooperar com eles, no trabalho do bem comum, embora não lhes possamos abraçar o quadro integral das opiniões.
Há companheiros, porém, que, atreitos ao comudismo sistemático, a pretexto de humildade, se ausentam de qualquer assunto em que se procura coibir a dominação do mal, esquecidos de que os nossos irmãos delinqüentes são enfermos necessitados de amparo e intervenção compatÃveis com os perigos que apresentem para a comunidade.
Todos aqueles que, exercem algum encargo de direção sabem perfeitamente que é preciso velar em defesa da obra que a vida lhes confiou.
Imperioso manter-nos em harmonia com todos os que não pensam por nossos princÃpios,
entretanto, na posição de criaturas responsáveis, não podemos passar indiferentes diante de um irmão obsidiado, que esteja lançando veneno em depósitos de água destinada à sustentação coletiva.
Necessitamos acatar os condôminos do edifÃcio que nos serve de residência, toda vez que não consigam ler os problemas do mundo pela cartilha de nossas idéias, todavia, não será justo desinteressar-nos da segurança geral, se vemos um deles ateando fogo no prédio.
Cristo, em verdade, no versÃculo 25 do capÃtulo 5, do Evangelho de Mateus, nos afirma:
“reconcilia-te depressa com o teu adversário”, mas no versÃculo 2 do capÃtulo 16, do Evangelho de Lucas, não se esqueceu de acrescentar: “dá conta de tua mordomia”.
“Reconcilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás a caminho com ele...” – Jesus. (Mateus, 5:25)
Jesus nos solicitou a imediata reconciliação com os adversários, para que a nossa oração se dirija a Deus, escolmada de qualquer sentimento aviltante.
Não ignoramos que os adversários são nossos opositores ou, mais apropriadamente, aqueles que alimentam pontos de vista contrários aos nossos.
E muitos deles, indiscutivelmente, se encontram em condições muito superiores às nossas, em determinados ângulos de serviço e merecimento.
Não nos cabe, assim, o direito de espezinhá-los e sim o dever de respeitá-los e cooperar com eles, no trabalho do bem comum, embora não lhes possamos abraçar o quadro integral das opiniões.
Há companheiros, porém, que, atreitos ao comudismo sistemático, a pretexto de humildade, se ausentam de qualquer assunto em que se procura coibir a dominação do mal, esquecidos de que os nossos irmãos delinqüentes são enfermos necessitados de amparo e intervenção compatÃveis com os perigos que apresentem para a comunidade.
Todos aqueles que, exercem algum encargo de direção sabem perfeitamente que é preciso velar em defesa da obra que a vida lhes confiou.
Imperioso manter-nos em harmonia com todos os que não pensam por nossos princÃpios,
entretanto, na posição de criaturas responsáveis, não podemos passar indiferentes diante de um irmão obsidiado, que esteja lançando veneno em depósitos de água destinada à sustentação coletiva.
Necessitamos acatar os condôminos do edifÃcio que nos serve de residência, toda vez que não consigam ler os problemas do mundo pela cartilha de nossas idéias, todavia, não será justo desinteressar-nos da segurança geral, se vemos um deles ateando fogo no prédio.
Cristo, em verdade, no versÃculo 25 do capÃtulo 5, do Evangelho de Mateus, nos afirma:
“reconcilia-te depressa com o teu adversário”, mas no versÃculo 2 do capÃtulo 16, do Evangelho de Lucas, não se esqueceu de acrescentar: “dá conta de tua mordomia”.
CapÃtulo 179 - Discernir E Corrigir 🌹
“... com o critério com que julgardes sereis julgados;
e com a medida com que tiverdes medido vos medirão também”. – Jesus (Mateus, 7:2)
Viste o companheiro em necessidade e comentaste-lhe a posição...
PossuÃa ele recursos expressivos e, talvez por imprevidência, caiu em penúria dolorosa...
Usufrui conhecimentos superiores e feriu-te a sensibilidade por arrojar-se em terrÃveis
despenhadeiros do coração que, à s vezes, os últimos dos menos instruÃdos conseguem
facilmente evitar...
Detinha oportunidades de melhoria, com as quais milhares de criaturas sonham debalde e
procedeu impensadamente, qual se não retivesse as vantagens que lhe brilham nas mãos...
Desfruta ambiente distinto, capaz de guindá-lo às alturas e prefere desconhecer as circunstâncias que o favorecem, mergulhando-se na sombra das atitudes negativas...
Mantinha valiosas possibilidades de elevação espiritual, no levantamento de apostolados
sublimes, e emaranhou-se em tramas obsessivas que lhe exaurem as forças...
Tudo isso, realmente, podes observar e referir.
Entra, porém, na esfera do próprio entendimento e capacita-te de que te não é possÃvel a imediata penetração no campo das causas.
Ignoramos qual teria sido o nosso comportamento na trilha do companheiro em dificuldade, com a soma dos problemas que lhe pesam no espÃrito.
Não te permitas, assim, pensar ou agir, diante dele, sem que a fraternidade te comande
as definições.
Ainda mesmo no esclarecimento absoluto que, em casos numerosos, reclama austeridade sobre nós mesmos, é possÃvel propiciar o remédio da fraqueza a doentes da alma pelo veÃculo da compaixão, como se administra piedosamente a cirurgia aos acidentados.
Se conseguimos discernir o bem do mal, é que já conhecemos o mal e o bem, e se o Senhor nos permite identificar as necessidades alheias, é porque, de um modo ou de outro, já podemos auxiliar.
“... com o critério com que julgardes sereis julgados;
e com a medida com que tiverdes medido vos medirão também”. – Jesus (Mateus, 7:2)
Viste o companheiro em necessidade e comentaste-lhe a posição...
PossuÃa ele recursos expressivos e, talvez por imprevidência, caiu em penúria dolorosa...
Usufrui conhecimentos superiores e feriu-te a sensibilidade por arrojar-se em terrÃveis
despenhadeiros do coração que, à s vezes, os últimos dos menos instruÃdos conseguem
facilmente evitar...
Detinha oportunidades de melhoria, com as quais milhares de criaturas sonham debalde e
procedeu impensadamente, qual se não retivesse as vantagens que lhe brilham nas mãos...
Desfruta ambiente distinto, capaz de guindá-lo às alturas e prefere desconhecer as circunstâncias que o favorecem, mergulhando-se na sombra das atitudes negativas...
Mantinha valiosas possibilidades de elevação espiritual, no levantamento de apostolados
sublimes, e emaranhou-se em tramas obsessivas que lhe exaurem as forças...
Tudo isso, realmente, podes observar e referir.
Entra, porém, na esfera do próprio entendimento e capacita-te de que te não é possÃvel a imediata penetração no campo das causas.
Ignoramos qual teria sido o nosso comportamento na trilha do companheiro em dificuldade, com a soma dos problemas que lhe pesam no espÃrito.
Não te permitas, assim, pensar ou agir, diante dele, sem que a fraternidade te comande
as definições.
Ainda mesmo no esclarecimento absoluto que, em casos numerosos, reclama austeridade sobre nós mesmos, é possÃvel propiciar o remédio da fraqueza a doentes da alma pelo veÃculo da compaixão, como se administra piedosamente a cirurgia aos acidentados.
Se conseguimos discernir o bem do mal, é que já conhecemos o mal e o bem, e se o Senhor nos permite identificar as necessidades alheias, é porque, de um modo ou de outro, já podemos auxiliar.
CapÃtulo 180 - Deus Te Abençoa 🌹
"Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus..." - Paulo (II CorÃntios, 8:1.)
Acreditas-te frágil, mas Deus te suprirá de energias.
Reconheces a própria limitação, mas Deus te conferirá crescimento.
Afirmas-te sem ânimo, mas Deus te propicia coragem.
Declaras-te pobre, mas dispões das riquezas infinitas de Deus.
Entendamos, porém, que o processo de assimilar os recursos Divinos será sempre o serviço prestado aos outros.
Não alegues, assim, fraqueza, inaptidão, desalento ou penúria para desistir do lugar que te cabe no edifÃcio do bem.
Pela hora do otimismo com que amparas o trabalho dos companheiros, Deus te abençoa.
Pelo gesto silencioso com que escoras o equilÃbrio geral, Deus te abençoa.
Pela frase caridosa e esclarecedora com que asseguras o entendimento fraterno, Deus te
abençoa.
Pela migalha de socorro ou de tempo despendes no apoio aos necessitados, Deus te abençoa.
Pela atitude de tolerância e serenidade, à frente da incompreensão, Deus te abençoa.
Convivemos, sem dúvida, com almas heróicas, habilitadas aos mais altos testemunhos de
fé em Deus, através do sacrifÃcio pela felicidade dos semelhantes, mas Deus que abençoa o rio capaz de garantir as searas do campo, abençoa também a gota de orvalho que ameniza a sede da rosa.
Se erros e desacertos nos marcaram a estrada até ontem, voltemo-nos para Deus com
sinceridade, refazendo a esperança e suportando sem mágoa, as acusações do caminho.
O homem, Ã s vezes, passa enojado, Ã frente do charco, sem perceber que Deus alentou
no charco os lÃrios que lhe encantam a mesa.
A face disso, se alguém te censura ouve com paciencia. Se existe sensatez na
repreensão, aproveita o conselho; se for injusto o reproche, conserva a alma tranqüila, na
limpeza da consciência.
Em qualquer dificuldade, arrima-te a confiança, trabalhando e servindo com alegria, na
certeza invariável de que Deus te vê e te abençoa.
"Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus..." - Paulo (II CorÃntios, 8:1.)
Acreditas-te frágil, mas Deus te suprirá de energias.
Reconheces a própria limitação, mas Deus te conferirá crescimento.
Afirmas-te sem ânimo, mas Deus te propicia coragem.
Declaras-te pobre, mas dispões das riquezas infinitas de Deus.
Entendamos, porém, que o processo de assimilar os recursos Divinos será sempre o serviço prestado aos outros.
Não alegues, assim, fraqueza, inaptidão, desalento ou penúria para desistir do lugar que te cabe no edifÃcio do bem.
Pela hora do otimismo com que amparas o trabalho dos companheiros, Deus te abençoa.
Pelo gesto silencioso com que escoras o equilÃbrio geral, Deus te abençoa.
Pela frase caridosa e esclarecedora com que asseguras o entendimento fraterno, Deus te
abençoa.
Pela migalha de socorro ou de tempo despendes no apoio aos necessitados, Deus te abençoa.
Pela atitude de tolerância e serenidade, à frente da incompreensão, Deus te abençoa.
Convivemos, sem dúvida, com almas heróicas, habilitadas aos mais altos testemunhos de
fé em Deus, através do sacrifÃcio pela felicidade dos semelhantes, mas Deus que abençoa o rio capaz de garantir as searas do campo, abençoa também a gota de orvalho que ameniza a sede da rosa.
Se erros e desacertos nos marcaram a estrada até ontem, voltemo-nos para Deus com
sinceridade, refazendo a esperança e suportando sem mágoa, as acusações do caminho.
O homem, Ã s vezes, passa enojado, Ã frente do charco, sem perceber que Deus alentou
no charco os lÃrios que lhe encantam a mesa.
A face disso, se alguém te censura ouve com paciencia. Se existe sensatez na
repreensão, aproveita o conselho; se for injusto o reproche, conserva a alma tranqüila, na
limpeza da consciência.
Em qualquer dificuldade, arrima-te a confiança, trabalhando e servindo com alegria, na
certeza invariável de que Deus te vê e te abençoa.
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