terça-feira, 26 de setembro de 2017

Capítulo 139 - Religião Pura 🌹

“A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta:visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações
e guardar-se da corrupção do mundo”. (Tiago, 1:27)


Religião, diante das criaturas humanas, pode envolver atitudes diversas: Polemicar em torno dos atributos de Deus...


Aditar interpretações individuais às revelações sublimes...


Centralizar a mente na exegese ...


Consumir a existência em casuísmo ...


Reexaminar princípios veneráveis em horas certas...


Atender a ritualismos ...


Enriquecer a simbologia ...


Adotar posturas convencionais ...


Cultivar penitências vazias...


Levantar monumentos de pedra...


Ninguém nega que essas manifestações deixem de ser atestados de religião e religiosidade entre nós outros, as criaturas encarnadas e desencarnadas na Terra; e ninguém recusa o valor relativo que apresentem para determinadas pessoas, em certos
estágios de evolução.


Entretanto, o Evangelho nos ensina que a religião pura, diante de Deus, é outra
coisa.


Tiago traça a definição correta, afirmando: “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo.”


Em suma, a religião irrepreensível da alma, perante a Divina Providência, segundo
no-la confirma a Doutrina Espírita em seus postulados, repousa, acima de tudo, no
serviço ao próximo e no caráter ilibado, ou melhor, na caridade incessante e na
tranqüilidade da consciência.

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