sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Capítulo 173 - Rixas E Queixas🌹

“De uma só boca procede bênção e maldição.
Meus irmãos, não é conveniente que estas cousas sejam assim”. (Tiago, 3:10)


Julgamos comumente que os problemas de justiça apenas se manifestam, quando questões graves nos levam a tribunal.

Justiça, porém, é assunto palpitante de todos os dias e, a cada hora, precisamos dela para a garantia da paz, quanto necessitamos de ar para a sustentação da existência.


Nos mínimos atos, usamos justiça para assegurar a harmonia geral.


Conhecemos a significação do lugar que ocupamos numa fila simples e sabemos
respeitá-lo para a conservação da ordem.


Todos estamos acordes em obedecer, espontaneamente, aos preceitos do trânsito,
conformando-nos às paradas indispensáveis para segurança da via pública.


Não ignoramos a obrigação de acatar as advertências que regem o emprego da energia
elétrica em aparelho determinado, a fim de que não venhamos a comprometer a
integridade doméstica.


Em sã consciência, ninguém desdenhará os direitos do vizinho, se não deseja os seus
próprios direitos menosprezados.


Lembramo-nos de semelhantes imagens do cotidiano para recordar que em nossas
indisposições e ressentimentos, há que pensar igualmente na tranqüilidade dos outros, de
todos aqueles que nos partilham a experiência diária, a fim de que não venhamos a furtar-lhes
a esperança e a coragem, golpeando-lhes o ânimo e conturbando-lhes o serviço.


Evitemos rixas e queixas.


Para resguardar o equilíbrio da vida coletiva e da vida caseira, atendemos a instruções e
sinais, regulamentos e avisos, baseados na experiência dos homens, e para imunizar-nos
a vida íntima contra distúrbios e prejuízos concedeu-nos a Divina Providência o controle
do pensamento e o governo da língua.

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